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Greve na Uerj completa 30 dias sem acordo e aumenta preocupação com semestre letivo

Aryana Santos, 30 de abril de 2026

A paralisação de professores e técnicos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) completou 30 dias sem avanço nas negociações com o governo estadual, aumentando a preocupação entre estudantes quanto à possível perda do semestre letivo.

O movimento, que teve início no fim de março, reivindica reajuste salarial, melhores condições de trabalho e a regularização de repasses orçamentários para a instituição. Representantes das categorias afirmam que, até o momento, não houve proposta concreta capaz de encerrar a greve.

Sem aulas e com atividades acadêmicas suspensas, alunos relatam incerteza sobre o calendário acadêmico. Muitos temem que a reposição não seja suficiente para evitar atrasos na formação, especialmente em cursos com carga horária mais rígida, como os da área da saúde.

Em nota, o governo do Rio de Janeiro informou que mantém diálogo aberto com as entidades, mas destacou limitações fiscais para atender às demandas apresentadas. Já os sindicatos criticam a falta de prioridade dada à educação pública.

Especialistas em educação avaliam que, caso o impasse se prolongue, a universidade poderá adotar medidas emergenciais, como a reformulação do calendário ou reposições intensivas de aulas.

Enquanto não há acordo, a comunidade acadêmica segue mobilizada, e a expectativa é de que novas rodadas de negociação ocorram nos próximos dias, na tentativa de evitar impactos mais profundos no semestre.

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